Infelizmente, fui testemunha do processo de degradação continuada da minha terra. De 2.ª cidade do Distrito de Évora em termos de importância relativa, vi a ultrapassagem do estatuto de Estremoz por parte de outros concelhos. Primeiro Montemor, depois Vendas Novas e Reguengos. Estes dois últimos concelhos, apesar de (ainda) terem menos população, já têm maiores volumes de investimento, de depósitos bancários e já compram mais automóveis que nós. Em suma, vivem melhor.
Se alguém duvida do que digo, que experimente recordar quantos colegas de escola ainda vivem em Estremoz. Que pergunte aos jovens se alimentam alguma expectativa de futuro na nossa terra. As respostas serão esclarecedoras. Se as circunstâncias foram em geral as mesmas para todas os concelhos do Distrito de Évora, a explicação para esta perda continuada de qualidade de vida só pode ser explicada pelas más lideranças do executivo municipal de que fomos vítimas. Luís Mourinha e José Fateixa são apenas os últimos dois maus líderes que tivemos. E já tivemos demais. Hoje, curiosamente, acusam-se um ao outro pelos infortúnios da nossa terra. Enfim, a verdade é que cada um deles poderia dirigir tais acusações ao próprio espelho, já que cada um deles é responsável ainda que de formas diferentes. Já ambos mostraram o que valiam e, na opinião da maioria da população com quem contactámos nesta campanha, já ambos demonstraram que valem pouco. É, portanto, tempo de mudar. Os candidatos do PSD são os únicos que reúnem a força política necessária para implementar a mudança desejada. Quem não se reviu na gestão Mourinha, quem não se revê na gestão Fateixa, devem votar nos candidatos do PSD. Só assim poderemos aspirar a um FUTURO MAIOR! AGORA NÓS! Merecemos o benefício da dúvida. É PRECISO CONTINUAR A ACREDITAR EM ESTREMOZ!
O meu nome é António Ramalho e sou o primeiro candidato à Câmara Municipal pelo Partido Social Democrata. Nasci, cresci, estudei e trabalho em Estremoz. Conheço praticamente todos os recantos do nosso concelho. Na minha infância dizia-se que Estremoz era “a menina bonita do Alentejo”, mensagem que apenas reforçava o meu orgulho de ser estremocense.







